Por que o e-commerce tem sido a melhor proposta de investimento para empreendedores este ano?

Por que o e-commerce tem sido a melhor proposta de investimento para empreendedores este ano?

De todos os prejuízos e crises que gerou, se tem algo que a pandemia não conseguiu impactar negativamente foi o e-commerce. De fato, ele acabou se tornando uma válvula de escape para muitos negócios espalhados pelo mundo.

No Brasil, isso se reflete através das pesquisas, como uma realizada recentemente pela Neotrust/Compre&Confie, que revela que o crescimento ultrapassou a casa de 100%, quando comparado com os mesmos períodos do ano anterior.

Na prática, somente entre março e junho o faturamento chegou a quase 35 bilhões de reais. O mais interessante é que 25% desses consumidores nunca haviam realizado compras pela internet anteriormente.

Ou seja, um quarto da quantidade total é composto de novos compradores, os quais muito provavelmente continuarão realizando compras nessa modalidade daqui para frente. Na ponta do lápis, já são 5,7 milhões de novos usuários.

Esse fenômeno de migrar do offline para o online tem várias consequências positivas para a economia mundial, bem como para nossa economia brasileira. Realmente, se não fosse essa possibilidade, certamente as restrições de convívio teriam sido piores.

Ou seja, sem poder comercializar a distância, muitas empresas e marcas acabariam não comercializando de modo nenhum. Justamente por isso, o e-commerce tem sido a melhor proposta de investimento para empreendedores.

Também é por isso que decidimos escrever este artigo. Não só para contextualizar esse momento peculiar, mas também para trazer algumas dicas práticas para quem pretende entrar nesse universo da esfera digital.

Talvez não haja outras possibilidades que envolvam tão pouco investimento com promessas tão altas de retorno, rentabilidade e lucro. Por outro lado, como a internet tem um aspecto bastante democrático, a concorrência também tem aumentado.

Alguns segmentos e nichos de mercado chegam a se mostrar saturados, dada a quantidade de oferta que se encontra nas redes sociais, nos motores de busca e marketplaces. Então, como se diferenciar no meio da multidão?

Com isso, surgem novos desafios e demandas que somente os empresários e autônomos mais bem informados vão conseguir superar. Para compreender como isso é possível, basta seguir adiante na leitura.

O que exatamente é o e-commerce?

Em tradução direta, e-commerce nada mais é do que o “comércio eletrônico”. Como vimos acima, ele pode ocorrer segundo várias modalidades diferentes, desde que seja iniciado e finalizado exclusivamente pela internet.

Na verdade, mesmo que você fosse até uma papelaria física, e a vendedora aconselhasse você a comprar as etiquetas adesivas personalizadas que você quer pelo site da loja, isso já configuraria uma negociação de tipo e-commerce.

Inclusive, esse tipo de migração já vinha acontecendo com certa frequência, especialmente no ramo de varejo de grandes lojas e magazines, que cada vez mais estimulam a compra pelo site, por meio de promoções e facilidades de pagamento e entrega.

Isso ocorre porque manter uma plataforma online é muito mais em conta do que financiar a infraestrutura de um estabelecimento. É claro que os grandes sites de vendas precisam de escritórios e contam com funcionários, mas em número bem menor.

Também por isso, falar sobre e-commerce é algo que não engloba apenas a compra e a venda de produtos e bens de consumo, mas também a gestão desses negócios, o que pode incluir os seguintes aspectos principais:

  • O marketing digital;
  • O atendimento ao cliente;
  • As operações de logística;
  • O despacho de mercadorias;
  • O pós-venda e o suporte;
  • Toda a parte tributária;
  • Manutenção da plataforma;
  • Investimento em TI e afins;
  • Entre tantos outros.

Tudo isso está nos bastidores de qualquer site, como no exemplo da papelaria, que pode vender desde canetas e rótulos adesivos até softwares e equipamentos. Sempre haverá um processo envolvido, sem o qual a comercialização não aconteceria.

Adiante veremos como a determinação prévia do formato de negócio, unida aos devidos planejamentos e estudos de mercado, é o que vai garantir um bom resultado não apenas no curto prazo, mas também no médio e no longo.

Dando os primeiros passos no e-commerce

Não é possível compreender o comércio eletrônico sem compreender o surgimento da própria internet. Foi com a disseminação dos microcomputadores e, mais recentemente, dos smartphones, que o e-commerce ganhou a importância que tem hoje.

O maior exemplo disso está nos motores de busca, que logo se tornaram a maior vitrine do mundo. Hoje, quando a pessoa pesquisa algo como ambientes planejados, as opções são tantas que podem trazer uma nova parceria ou apenas um trabalho de faculdade.

Dar o primeiro passo consiste em compreender que o grande segredo desse universo online está em facilitar a vida das pessoas. Daí que essa modalidade tenha crescido tanto no decorrer da pandemia e de um momento de crise social e de saúde pública.

Em termos ainda mais específicos, um e-commerce pode assumir vários formatos, sendo o mais comum o B2C (Business to Consumer), onde marcas vendem para pessoas físicas. Mas há também o B2B (Business to Business), entre outros.

Neste momento já é possível decidir se você vai integrar, por exemplo, um marketplace. Eles são como shoppings online, nos quais você simplesmente anuncia seus produtos e serviços, entre outras lojas que fazem a mesma coisa que você.

Por outro lado, você pode decidir por uma loja virtual própria. Seja como for, trata-se da etapa fundamental do seu Plano de Negócios, pois sem esses projetos corporativos não é possível iniciar algo realmente assertivo e sustentável.

Ademais, tanto o marketplace quanto a loja virtual vão precisar de investimentos específicos e esforços estratégicos, seja no sentido de se diferenciar em relação à concorrência imediata, seja para fortalecer sua marca e captar mais oportunidades.

Só não pense, com isso, que seja algo de outro planeta. Como dito acima, o e-commerce é um dos investimentos mais fáceis e rentáveis da atualidade, só o que ele exige são alguns cuidados para quem está entrando agora nesse universo.

Lidando com parceiros e fornecedores

Após definir seu formato de negócio, é preciso reforçar a relação com seus fornecedores e parceiros, mesmo que algumas plataformas acolham qualquer marca e disponham de uma infraestrutura pronta, em termos de formas de pagamento e de entrega.

Afinal, você vai ter uma dinâmica interna de logística e despacho. Por exemplo, se você vende caixa para correio, quantas entregas você está acostumado a fazer por semana, e por mês, e dentro de um trimestre?

Caso você venda dentro de uma semana o que era vendido na metade do ano, você teria condições de atender esses pedidos com todo suporte necessário? Esse tipo de projeção é que demanda o reforço com fornecedores e parceiros.

Internamente, isso também vai exigir uma organização voltada para o novo formato de negócio, o que tem suas vantagens em termos de economia de tempo e de recursos. Certamente, é mais fácil contar com uma equipe enxuta, não é mesmo?

Durante a pandemia, muitas empresas conseguiram manter seus funcionários em home office, ou seja, trabalhando de casa. Isso pode ser bom para os dois lados, tanto a empresa quanto o colaborador, mas também exige ótima comunicação e disciplina.

Outro ponto incrível do e-commerce é que ele abre novos horizontes, como o dropshipping ou “estoque na fonte”. Neste caso, se você vende wind banner, só precisa fazer o anúncio, pois quando a venda ocorrer o próprio fornecedor fará o despacho para o cliente.

Assim, todos os trâmites em termos de logística, envio e até mesmo nota fiscal e tributação, ficam por conta da fabricante. Você também terá seus encargos tributários, porém só vai fazer a parte de atendimento, venda e pós-venda.

Como dominar o marketing digital?

Não é possível falar sobre e-commerce e proposta de investimento na web sem falar em marketing digital. De fato, as redes sociais e os buscadores, já citados acima, tornaram-se um oceano de oportunidades para qualquer marca.

Mas a pergunta que fica é como realmente se beneficiar deles, não é mesmo? Nos motores de busca como Google, Bing e Yahoo, se você quer promover algo como sinalização de segurança, pode recorrer ao crescimento orgânico, por meio de um blog.

Após gerar conteúdos originais e de qualidade, que cumpram com os parâmetros dos buscadores, seu site pode ser ranqueado nas primeiras páginas. Outro modo de se posicionar é pelo link patrocinado, pagando por isso.

Nas redes sociais a dinâmica é a mesma. Ou seja, você pode ter um crescimento orgânico, baseado na qualidade do conteúdo gerado e da capacidade de engajar os seguidores; ou pode impulsionar seus posts e atingir muito mais gente de modo acelerado.

Hoje há empresas que atacam dos dois modos, como um galpão para alugar que pode fazer anúncios e já começar a receber ligações no mesmo dia, ao mesmo tempo em que mantém um blog e vai fortalecendo sua marca no médio e longo prazo.

Com isso, vemos que o e-commerce realmente é um dos melhores investimentos que qualquer empreendedor pode fazer, especialmente por permitir a atuação de empresas de qualquer segmento e de qualquer tamanho.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

 

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